Cerca de 150 pessoas, entre profissionais, representantes de associações, estudantes e utentes da chamada medicina não-convencional, responderam positivamente ao convite do Bloco de Esquerda e participaram na audição pública que este grupo parlamentar promoveu a propósito da regulamentação da lei das terapêuticas não-convencionais, a qual teve origem numa iniciativa do Bloco e é hoje apontada como um exemplo na Europa.
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