Bem-vindo ao “Reiki Científico”
Segundo Nível
(Baseado em USUI e adaptado pelo INSMEB)
Estes Ensinamentos São Oferecidos Gratuitamente Pelo INSMEB
“O Melhor Mestre é Aquele Cuja Principal Obra é a Sua Vida”
LIÇÃO 1
O Universo é, acima de tudo, uma “UNIDADE” de energias. Pensadores como Flammarion e Atkinsons, entre outros, compararam-no a um imenso íman. Numa interessante definição dada por Flammarion, podemos ler:
«O Universo é um grande Organismo, dirigido por um Dínamo de ordem Psíquica. A Mente cintila em todos os seus átomos… Há Mente em Todas as Coisas, não só na Vida Humana e Animal, mas ainda nas Plantas, nos Minerais e no Espaço.»
Pugnamos pelo estudo “científico” do Reiki e pela prática consciente do manuseamento das energias. Outra atitude seria enveredar pela crendice, pela pieguice, ou, pior ainda, pela hipocrisia.
Aquilo a que alguns dos hipócritas chamam “amor à humanidade”, pode perfeitamente substituir-se por “respeito”, assim como o “perdão” se pode converter em “tolerância” (e apenas quando não ultrapasse os limites da coerência).
Esta atitude torna-nos pessoas conscientes e responsáveis, em vez de “lobos disfarçados de cordeiros a proclamar ladainhas ridículas e absurdas”.
Sabemos de pessoas que se tornaram adversárias do Reiki, depois de terem conhecido “pseudo-mestres”, proclamadores das tais “ladainhas”, cujo exemplo de vida é contrário a tudo o que dizem. Estes “intrujões” passam todo o seu tempo a falar de “amor” e de “perdão”, mas não têm respeito pela sua própria palavra e não honram qualquer compromisso. Que fiquem esses com as palavras “amor” e “perdão” – cujo sentido real desconhecem –, e façamos nós um trabalho digno, com “respeito pela humanidade” e com a “ tolerância” coerente.
O Reiki é uma “Ciência Espiritual”.
É “Ciência” porque funciona, podendo repetir-se e comprovar-se; é “Espiritual” porque a «matéria-prima» utilizada não tem manifestação visível. Não pretendemos que o termo “Espiritual” tenha conotação religiosa.
Para que uma experiência científica funcione, é necessário que se utilizem todos os materiais e equipamentos necessários. No Reiki, ocorre o mesmo…
Como queremos fazer um trabalho sério, e portanto desligado de pressupostos sectários, substituímos o termo “Deus” por “Grande Desconhecido”. É inegável que o Universo teve uma origem, mas ninguém sabe qual. Falam-nos do “Big-Bang”, mas não sabem explicar o que o originou. E se chegassem a essa causa anterior, não saberiam explicar a sua origem, e assim sucessivamente. E quanto à origem do homem, também não foi ainda possível chegar a um concenso entre os pensadores: os mais “materialistas” apoiam-se nas teorias evolucionistas de Darwin, enquanto os “religiosos” insistem na “creação divina”. Que nos perdoem a ousadia de chamar ignorantes a ambos, apoiados na seguinte concepção: “ignorante é todo aquele que não reconhece a sua ignorância”. A verdade é que não sabemos praticamente nada de coisa nenhuma. Por isso, ao mistério de todas as coisas, devemos chamar “Grande Desconhecido”.
Ouvimos, de um dos nossos mestres, que “um bom terapeuta «mental» é aquele que visualiza o paciente e aplica a terapia como se ele estivesse presente”. Mas disse-nos também que “o melhor terapeuta é o que transmite a cura instantaneamente, assim que o pedido lhe é feito”. Como não conhecemos nenhum caso que se enquadre nesta última categoria, admitimos que o mestre poderia estar apenas a “filosofar”.
INSMEB - Instituto de Medicina Biológica
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