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Mensagens - ogodier

Páginas: [1]
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Medicinas Alternativas / Re: Reiki Científico
« em: Setembro 03, 2009, 11:18:00 am »
Caro amigo/a mnina,

Agradeço a atenção prestada  ao tema, é sempre bom saber que os mesmos provocam reações e sentimentos diferentes em pessoas também elas diferentes...
Quanto á grande visão empresarial, sugiro que releia o inicio do texto :" Estes Ensinamentos São Oferecidos Gratuitamente  Pelo INSMEB".
Penso que seria no entanto, de todo o interesse "investigar" um pouco mais sobre este tema. O saber nunca é demais!

Um Forte abraço!


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Medicinas Alternativas / Reiki Científico
« em: Setembro 02, 2009, 22:37:19 pm »
Bem-vindo ao “Reiki Científico”
Segundo Nível
(Baseado em USUI e adaptado pelo INSMEB)

 

Estes Ensinamentos São Oferecidos Gratuitamente  Pelo INSMEB

“O Melhor Mestre é Aquele Cuja Principal Obra é a Sua Vida”


LIÇÃO 1

O Universo é, acima de tudo, uma “UNIDADE” de energias. Pensadores como Flammarion e Atkinsons, entre outros, compararam-no a um imenso íman. Numa interessante definição dada por Flammarion, podemos ler:
«O Universo é um grande Organismo, dirigido por um Dínamo de ordem Psíquica. A Mente cintila em todos os seus átomos… Há Mente em Todas as Coisas, não só na Vida Humana e Animal, mas ainda nas Plantas, nos Minerais e no Espaço.»
Pugnamos pelo estudo “científico” do Reiki e pela prática consciente do manuseamento das energias. Outra atitude seria enveredar pela crendice, pela pieguice, ou, pior ainda, pela hipocrisia.
Aquilo a que alguns dos hipócritas chamam “amor à humanidade”, pode perfeitamente substituir-se por “respeito”, assim como o “perdão” se pode  converter em “tolerância” (e apenas quando não ultrapasse os limites da coerência).
Esta atitude torna-nos pessoas conscientes e responsáveis, em vez de “lobos disfarçados de cordeiros a proclamar ladainhas ridículas e absurdas”.
Sabemos de pessoas que se tornaram adversárias do Reiki, depois de terem conhecido “pseudo-mestres”, proclamadores das tais “ladainhas”, cujo exemplo de vida é contrário a tudo o que dizem. Estes “intrujões” passam todo o seu tempo a falar de “amor” e de “perdão”, mas não têm respeito pela sua própria palavra e não honram qualquer compromisso. Que fiquem esses com as palavras “amor” e “perdão” – cujo sentido real desconhecem –, e façamos nós um trabalho digno, com “respeito pela humanidade” e com a “ tolerância” coerente.

O Reiki é uma “Ciência Espiritual”.
É “Ciência” porque funciona, podendo repetir-se e comprovar-se; é “Espiritual” porque a «matéria-prima» utilizada não tem manifestação visível. Não pretendemos que o termo “Espiritual” tenha conotação religiosa. 
Para que uma experiência científica funcione, é necessário que se utilizem todos os materiais e equipamentos necessários. No Reiki, ocorre o mesmo…
Como queremos fazer um trabalho sério, e portanto desligado de pressupostos sectários, substituímos o termo “Deus” por “Grande Desconhecido”. É inegável que o Universo teve uma origem, mas ninguém sabe qual. Falam-nos do “Big-Bang”, mas não sabem explicar o que o originou. E se chegassem a essa causa anterior, não saberiam explicar a sua origem, e assim sucessivamente. E quanto à origem do homem, também não foi ainda possível chegar a um concenso entre os pensadores: os mais “materialistas” apoiam-se nas teorias evolucionistas de Darwin, enquanto os “religiosos” insistem na “creação divina”. Que nos perdoem a ousadia de chamar ignorantes a ambos, apoiados na seguinte concepção: “ignorante é todo aquele que não reconhece a sua ignorância”. A verdade é que não sabemos praticamente nada de coisa nenhuma. Por isso, ao mistério de todas as coisas, devemos chamar “Grande Desconhecido”.

Ouvimos, de um dos nossos mestres, que “um bom terapeuta «mental» é aquele que visualiza o paciente e aplica a terapia como se ele estivesse presente”. Mas disse-nos também que “o melhor terapeuta é o que transmite a cura instantaneamente, assim que o pedido lhe é feito”. Como não conhecemos nenhum caso que se enquadre nesta última categoria, admitimos que o mestre poderia estar apenas a “filosofar”.

INSMEB - Instituto de Medicina Biológica
insmeb@clix.pt

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OBTENHA UM PRESTIGIOSO GRAU UNIVERSITÁRIO

(PARA FINS PROFISSIONAIS)

Através de convénio com uma Universidade estrangeira, os nossos alunos poderão obter graus universitários para efeitos profissionais, por equivalência de estudos, conforme os níveis alcançados.

O INSMEB faculta também esta oportunidade aos graduados de outras escolas – desde que os estudos efectuados sejam acreditados pelo seu Conselho Científico –, permitindo-lhes obter graus e reconhecimentos de prestígio internacional (para efeitos exclusivamente profissionais). Estes graus interessam a “pessoas livres”; porque não têm intervenção estatal”.


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O INSMEB disponibiliza também opções de estudos Online e à Distância, tanto para o Curso completo como para Módulos (com direito a Certificado).

Quatro dos módulos revestem-se de aspectos práticos que trarão especial vantagem aos alunos presenciais. Como não seria justo impossibilitar estes estudos aos que não podem deslocar-se às aulas (pela distância da residência ou outras razões), estes módulos (a seguir indicados) serão facultados com as necessárias adaptações:

·         Informática Aplicada à Naturopatia

·         Terapias Manuais (Massagem e Osteopatia)

·         Ginástica Correctiva Terapêutica

·         Musicoterapia

O Curso Geral está estruturado em módulos completos, que serão Certificados antes do início do módulo seguinte. Esta modalidade de estudos permite que a matrícula esteja aberta todo o ano.

Os alunos poderão optar por estudar apenas o(s) módulo(s) que lhe(s) interessa(m), caso não tenham a aspiração de obter o Diploma final do Curso Geral de Naturopatia e Biocultura (que confere o acesso ao reconhecimento de grau superior profissional por uma Universidade estrangeira).

O preço por módulo /mês à distância é de 100 €.

Isto é:

·         Se o aluno efectua a matrícula no curso completo à distância, paga 100 € por mês;

·         Se um aluno se matricula num único módulo, paga 100 € X o número de meses abrangidos pelo módulo. Exemplo: módulos com duração de 1 a 4 semanas = 100 €; módulos de 5 a 8 semanas = 100 € x 2, etc.

Os alunos que estudam módulos isolados (e também os que seguem o curso curricular geral) receberão um Certificado no fim de cada módulo estudado com aproveitamento.

Os alunos que completem todo o plano curricular do Curso Geral de Naturopatia e Biocultura recebem o Diploma Final do Curso e poderão fazer especializações opcionais nas principais áreas (acupunctura, homeopatia e naturopatia).


www.institutomedicinabiologica.com

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Ordem   Nome do Módulo                                                    Tópico Chave
01   Informática Aplicada à Naturopatia                               Gestão
02   Herbotogia                                                       Terapia
03   Iridologia                                                     Diagnóstico
04   Hidroterapia e Helioterapia                                       Terapia
05   Ética e Deontologia                                              Sociologia
06   Geoterapia                                                       Terapia
07   Cromoterapia e Fototerapia                                       Terapia
08   Biomagnetismo / magnetoterapia                                       Terapia
09   Anatomia e Fisiologia Unitária                                      Filosofia
10   Homeopatia                                                       Terapia
11   Patologias por sistemas orgânicos                               Terapia
12   Oligoterapia, Sais de Schüssler, Litoterapia e Organoterapia       Terapia
13   Terapia Floral                                                       Terapia
14   Acupunctura, Digitopunctura e Moxibustão                       Terapia
15   Psicopatologia                                                      Psicologia
16   Dietética e Nutrição Natural                                       Terapia
17   Terapias manuais (massagem e osteopatia)                       Terapia
18   Prática Clínica Naturopática                                   Interdisciplinar
19   Ginástica Correctiva Terapêutica                               Terapia
20   Musicoterapia                                                       Terapia
21   Noções de Biologia e Microbiologia                               Terapia
22   Espagíria                                                       Produção
23   Casos clínicos clássicos                                       Clínica
24   Diagnóstico e Prognóstico                                       Clínica

Duração do Curso Geral de Naturopatia e Biocultura: 18 meses
Mensalidade para o Curso Geral: 175€
Inscrição + matrícula (com seguro incluído): 130€
Por Módulo: 175€ por mês de duração, com isenção de taxa de inscrição (seguro incluído*)
(exemplo: módulos de 1 a 4 semanas, paga 175€; módulos de 5 a 8 semanas, paga 175€ x 2; módulos de 9 a 12 semanas, paga 175€ x 3: etc.)
A maioria dos alunos opta pele modalidade do Curso completo, porque se torna mais económica.
Os Certificados de Módulo e o Diploma final estão incluídos nos valores pagos.

•   Poderá haver ligeira variação do preço da inscrição em função das tarifas da seguradora.

Um Abraço

INSMEB

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Medicinas Alternativas / Tui Na
« em: Agosto 21, 2009, 10:30:23 am »
Tui Na é um método terapêutico que se inscreve no sistema de atenção à saúde
conhecido hoje por Medicina Tradicional Chinesa. Baseia-se na aplicação de técnicas
manuais em áreas, meridianos e pontos do corpo humano com a finalidade de preservar a
saúde e tratar doenças. Sua origem é tão antiga quanto o ato espontâneo de friccionar com
as mãos uma região dolorosa do corpo.
Desenvolveu-se nas comunidades da China ao longo de milênios ao lado de outros
recursos terapêuticos como acupuntura, moxabustão e exercícios físicos. Suas bases
teóricas podem ser encontradas nos cânones da Medicina Tradicional Chinesa, o Huang
Di Nei Jing e o Nan Jing, compilados na passagem do séc II a. C. para o séc. I a. C. ,
quando a medicina tornou-se um campo distinto da atividade humana na China.
O primeiro, conhecido como Tratado de Medicina do Imperador Amarelo elucida
aspectos da teoria médica e introduz a teoria dos meridianos, um sistema de doze vasos
interligados, por onde acredita-se que circule sem interrupção, substâncias específicas. O
segundo acrescenta oito vasos ao sistema de meridianos e apresenta uma abordagem para
diagnose baseada no estudo dos pulsos.
Neste período a massagem terapêutica chinesa recebeu o nome de Anmo, termo que
ser traduz como “pressionar deslizando para a frente”. Na dinastia Ming (1380 d.C. –
1750 d.C) o termo Anmo começou a ser substituído por Tui Na, “segurar firme e
empurrar para a frente”. Em 1601 foi escrito o primeiro tratado sobre Tui Na infantil,
Xiao Er An Mo Jing.
A influência dos ingleses na corte chinesa, depois de 1750, levou ao
desmantelamento progressivo da Medicina Tradicional Chinesa nas instituições
governamentais. Contudo, graças ao trabalho diligente de praticantes, Tui Na continuou
existindo à margem das instituições.
Com a fundação da República Popular da China em 1949, o governo chinês procurou
resgatar a Medicina Tradicional Chinesa. Em 1956 teve início o primeiro treinamento de
Tui Na em Shanghai.
Em 1958 foram fundadas a Clínica de Tui Na de Shanghai e a Escola Técnica de Tui
Na de Shanghai. Os massagistas populares foram convocados para trabalhar nos
departamentos clínicos de Tui Na estabelecidos nos hospitais.
Em 1974 Tui Na passou a fazer parte do departamento de acupuntura da Faculdade de
Medicina Tradicional Chinesa de Shanghai, na subdivisão Tui Na e traumatologia. Em
seguida o mesmo se deu nas faculdades de Pequim, Nanquim, Fujian e Anhui.
Em 1987 foi fundada a Associação de Tui Na da China, que tem fomentado
intercâmbios nacionais e internacionais, contribuindo para o desenvolvimento da pesquisa
científica sobre os fundamentos e a clínica de Tui Na em reabilitação, prevenção e
tratamento de patologias.
O processo de penetração de recursos terapêuticos baseados na teoria dos meridianos
da Medicina Tradicional Chinesa na cultura ocidental ganhou ímpeto, a partir da década
de 70 do século passado, quando teve início uma mudança no imaginário do corpo que
conduzindo a uma nova definição para a noção de saúde nestas sociedades.

3. Bases Teóricas

A doutrina do Yin/Yang , a Teoria das Cinco Fases e a idéia de ch’i formam o alicerce
da literatura teórica-médica da China na qual Tui Na se inscreve. A teoria dos meridianos
e pontos de acupuntura fornece uma descrição das estruturas sobre as quais se deve atuar
para fins terapêuticos.
A “doutrina do Yin/Yang” é proveniente de uma escola filosófica do séc IV a. C. que
postulou a conexão entre todos os fenômenos naturais e sua constante trnsformação
segundo uma dinâmica orientada por padrões cíclicos. Tal dinâmica foi representada por
um modelo constituído por dois aspectos polares, comple-mentares, alternantes e
intercambiantes, o Yin e o Yang, princípios de transformação e de ordenação de todas as
relações que se converteram nas categorias fundamentais do pensamento chinês.
Segundo a cosmologia chinesa é por meio da inter-relação dinâmica de Yin e Yang
que o Tao, princípio único, imaterial, permanente e potencial se manifesta, e que sua
potência se atualiza no mundo dos fenômenos físicos, engendrando o processo cósmico.
O processo cósmico caracteriza-se pelo eterno fluir e pela constante mutação. O fluxo
é providenciado pelo ch’i, influência material sutil que subjaz a tudo o que existe. A
mutação obedece a padrões cíclicos cujos limites são estabelecidos pelo Yin e pelo Yang.
Os atributos de cada coisa determinam sua natureza Yin ou Yang. Os fenômenos
físicos mais materiais, mais densos, mais profundos, mais frios, mais inertes, mais
escuros são arrolados como Yin. Os fenômenos físicos mais energéticos, mais espirituais,
mais voláteis, mais quentes, mais claros e com mais movimento, são arrolados como
Yang.
A idéia de relatividade, no entanto, está sempre presente. Um dos princípios não pode
ser exclusivo. Não há Yin sem Yang, como não há polaridade negativa sem polaridade
positiva, força centrípeta sem força centrífuga, feminino sem masculino, intuição sem
intelecto, noite sem dia. No cerne do Yin está a essência Yang e no cerne de Yang a
essência Yin.
Na Medicina Tradicional Chinesa o conceito de saúde está vinculado ao conceito de
equilíbrio entre Yin e Yang no organismo garantido pelo fluxo contínuo de ch’i. O
organismo é concebido como uma unidade que compreende os níveis físico, psíquico,
emocional e espiritual, em relação dinâmica com o meio ambiente. Todas as estruturas e
funções orgânicas e todos os sinais e sintomas que apontam para disfunções orgânicas,
podem ser analisados e interpretados segundo a ótica da interação dos dois princípios Yin
e Yang
Quando ocorre uma desorganização ou bloqueio do fluxo de ch’i no organismo as
proporções entre Yin e Yang se alteram, o equilíbrio energético é rompido e sobrevém a
doença.
Para restabelecer a saúde é necessário regular o fluxo de ch’i e restaurar o equilíbrio
entre Yin e Yang. Essa é a função da Medicina Tradicional Chinesa que utiliza vários
métodos de tratamento, selecionados de acordo com as características da doença.
Tui Na é um método de tratamento que tem como finalidade preservar ou restituir o
equilíbrio entre o Yin e Yang no organismo corrigindo as disfunções orgânicas por meio
da aplicação de técnicas manuais.
A teoria das Cinco Fases, atribuída a Tsou Yen (cerca de 350 a.C. – 270 a.C),
influenciou em profundidade a Medicina Tradicional Chinesa. Segundo esta doutrina, os
fenômenos naturais e os conceitos abstratos não aparecem arrolados em duas, mas em
cinco linhas de correspondência. Os termos usados como emblemas não são abstratos
como Yin/Yang, porém fenômenos naturais tangíveis associados a cada uma das fases :
madeira, fogo, terra, metal e água. Cada fase relaciona-se com as demais segundo regras
específicas.
Nas traduções para o português costuma-se designar cada fase de “elemento” ou
“movimento”. O termo “elemento” deve ser evitado, pois não reflete a noção dinâmica
do termo chinês wu-hsing que significa “ir” ou “mover”.
A compreensão da doutrina das Cinco Fases não deve ser empreendida sob a ótica da
doutrina dos elementos dos filósofos gregos, para quem a matéria se diferenciava em
quatro elementos:
 terra, ar, fogo e água, dotados de quatro qualidades primárias ou
quatro naturezas básicas, calor, frio, úmido e seco.
A relevância da teoria das Cinco Fases para a Medicina Tradicional Chinesa deriva
do padrão de relacionamento que as fases estabelecem entre si no processo de
transformação contínua dos fenômenos. Se as leis que regulam a relação entre as fases
forem respeitadas, a saúde do organismo humano será mantida. Se houver ruptura ou
descontinuidade nos mecanismos que mantêm o sistema em equilíbrio, ocorrerá a doença.
Tui Na oferece recursos técnicos para a regulação das Cinco Fases, uma vez que o
diagnóstico segundo a Medicina Tradicional Chinesa tenha sido alcançado.
O processo de elaboração da teoria dos meridianos com suas ramificações e
interconexões acompanhou o desenvolvimento da idéia de ch’i. O sistema tal como se
estuda hoje, é constituído por um conjunto de estruturas com funções específicas: doze
meridianos principais, oito meridianos extraordinários, doze meridianos distintos, quinze
meridianos colaterais, doze meridianos tendino-musculares, doze zonas cutâneas e os
pontos de acupuntura. A função genérica do sistema é promover a relação entre as
substâncias vitais e os orgãos e vísceras internos, chamados de zang fu.
O interesse científico contemporâneo pela teoria dos meridianos suscitou um debate
a respeito da existência física dessas estruturas. Estudos com cortes histológicos
utilizando diversas técnicas de coloração não foram capazes de demonstrar quaisquer
estruturas que pudessem ser descritas como meridianos. A participação do sistema
nervoso periférico em acupuntura, no entanto, tem sido demonstrada em inúmeros
estudos, embora os meridianos e colaterais não mantenham equivalência direta com
vasos sanguíneos ou com os nervos espinhais e cranianos.

Um Abraço

INSMEB

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Medicinas Alternativas / Re: Helioterapia
« em: Agosto 21, 2009, 10:03:35 am »
Olá Miguel,
terei todo o gosto em  "postar" mais alguns artigos do género sempre que me for possível!

Um Abraço


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Medicinas Alternativas / Helioterapia (continuação)
« em: Agosto 21, 2009, 09:32:29 am »


Cuidados

Os Cuidados Observados e os Efeitos Obtidos

Por todo o mundo, existem sanatórios onde se realizam, com relativo êxito, as mais diversas curas, entre elas as dos «tuberculosos cirúrgicos», assim designados para se distinguirem dos que enfermaram por tuberculose pulmonar: coxalgia, mal de Pott, peritonite tuberculosa, etc. Luis Ponce de León foi pioneiro nestes tratamentos.

Por tentativas e observações, foi sendo alargado o leque de afecções que passaram a tratar-se pelo sol e o ar, e incluíram-se nele os transtornos nutritivos e digestivos, os ferimentos das mais diversas origens e muitos dos problemas antes considerados do âmbito de algumas das complicadas especialidades da medicina.

A atenta observação dos pacientes submetidos ao efeito conjunto do ar e da luminosidade Solar, parece demonstrar que a maravilhosa melhoria do estado geral, e consequentemente também local, é paralela à ligeira e harmoniosa pigmentação da pele. Não tem a ver com os bronzeados bruscos e forçados resultantes da perigosa exposição directa e prolongada ao Sol, porque estes doentes, na maior parte dos casos, não se expõem ao Sol. É interessante verificar que até os músculos, cuja redução pareceria lógica, pela suspensão de qualquer esforço durante os períodos dos tratamentos (por vezes longos), se revelam, pelo contrário, com uma maior performance.

Se estes resultados se podem observar em enfermos (e entre nós, quem é que não é já enfermo?), com maior razão ainda devem as pessoas que se julgam sãs procurar conservar o seu vigor e robustecer as suas energias mediante o contacto frequente com o Sol e o ar, em ambientes não poluídos, o mais afastados possível das cidades, evitando sempre as desnecessárias e contraproducentes exposições prolongadas ao Sol.

Esclarecimentos

Considerações Acerca da Exposição ao Sol

Foi a Naturopatia que fez com que se esclarecesse o verdadeiro papel desempenhado pela pele (órgão glandular e nervoso mais determinante que o fígado, e possuidor de múltiplas funções, das quais dez são já conhecidas). E isto, quando a pele era considerada um simples revestimento de protecção. Foi possível dar-se conta de que este órgão, em parte atrofiado pelo uso do vestuário, é susceptível de regeneração, por sinal bastante rápida, sob a influência do ar e da luz.

Quando se fala de insolação – acidente devido ao mau emprego do sol – é absolutamente necessário evocar que, só por falta de uma utilização racional deste medicamento da natureza pode ocorrer um tão desagradável fenómeno, de graves – verdade se diga, muito graves – consequências. Pela incapacidade científica em estabelecer esta distinção capital, escreveram-se contra o sol uma infinidade de artigos tendenciosos, disparatados e absurdos.

Não existem no nosso tempo mais razões para discutir os benefícios que se podem obter, na regeneração do organismo e no seu reequilibro psicofísico, através do ar e da luz (esta com as suas diversas e moderadas radiações). Todos juntos, associados à benéfica ionização atmosférica, influenciam os pigmentos e activam os capilares e filamentos nervosos. Estes efeitos estimulantes são nulos no contacto com a lã ou o algodão, já para não falarmos nas fibras e outras matérias sintéticas (produzidas pelas desumanas indústrias do lucro fácil).

Os resultados são completamente demonstrativos, bastando que se observem os prodígios ocorridos nos sanatórios helioterápicos, como o que Rollier fundou em Leysin, ou Bernhardt em Saint Moritz, ou ainda Rikli, em Veldes (Áustria).

Como podemos compreender, a moderada exposição ao sol merece considerações que vão além da simples higiene, o que já não seria pouco, e tanto quanto nos é dado saber, ocorrem afortunadas e indiscutíveis transformações físicas e psíquicas, garantes de um muito satisfatório equilíbrio.


INSMEB

para mais informações podera visitar o Site:

www.institutomedicinabiologica.com


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Medicinas Alternativas / Biogeometria
« em: Agosto 19, 2009, 18:41:44 pm »
O mistério da forma

A Vida tende a produzir formas determinadas e em cada uma destas formas existe a tendência para uma específica e surpreendente unidade geométrica. Nos cristais em geral, e de forma muito admirável nos cristais de neve, percebemos (com recurso à microscopia) a existência de um modelo universal, com configuração exagonal, enquanto a estrutura dos organismos vegetais e animais nos revela uma forma pentagonal.

A existência de uma natureza geométrica não passou despercebida aos sábios da Antiguidade, e já Pitágoras se referia a este fenómeno. Leonardo Da Vinci (1452-1519), por sua vez, aplicou princípios matemáticos ao estudo do corpo humano, com a preocupação de estabelecer a divina proporção da forma humana. Note-se que Da Vinci era um homem desperto, e provou-o ao ter legado à humanidade obras em quase todos os ramos do saber: pintura, escultura, arquitectura, anatomia, projectos científicos e inventos (entre estes, complexos cálculos alusivos ao canhão, ao avião, ao submarino e ao helicóptero).

Não deixa de ser surpreendente o crescimento harmonioso que se pode observar na natureza, desde o mineral à planta, ao animal e ao homem, conseguido pela inteligência da natureza, através dos infinitos processos de evolução, com passagem pelos rigorosos critérios da selecção natural.

Sem que se torne necessário determinar se o que observamos é obra de um Grande Arquitecto do Universo, ou muito simplesmente o resultado do equilíbrio fenomenal entre as forças químico–termo–dinâmicas, ou ainda a influência de ambos, pretendemos evidenciar a existência de leis que regem a conservação e a evolução das formas. E será pouco provável que se possa actuar inteligentemente, no sentido da obtenção de uma maior saúde e melhor expansão da nossa personalidade, sem o conhecimento das Leis da Natureza, a que nos temos vindo a referir.

Também não devemos desprezar o poder «mágico» dos números, e não o faremos se nos recordarmos que desde a mais remota antiguidade as matemáticas foram a base dos estudos científicos de sábios como Tales, Euclides, Ptolomeu, Arquimedes, Pitágoras, Platão, Hipócrates, Aristóteles, e outros. E as conclusões a que chegaram permitiram-lhes realizar, nos mais diversos campos – geométrico, astronómico, mecânico, filosófico, artístico e místico –, trabalhos imortais sobre os quais se orientaram mais tarde Leonardo da Vinci, Dürer, Kepler, Kuhlmann, Carnot, Poincaré, Clausius, Berthelot, Curie, Einstein, etc..

número áureo

Ao nos debruçarmos sobre o estudo da morfologia ficamos com a impressão de que a natureza vivente aspira à realização de uma proporção “tipo”. Foi certamente essa mesma percepção que levou os pitagóricos a estabelecer numericamente uma proporção áurea – a mesma que Leonardo Da Vinci classificou de divina – e que se define como uma medida ou cânone, até à qual tende toda a forma perfeita, sob pena de degenerar e desaparecer. Esta proporção áurea – ou divina – seria a relação existente entre dois termos consecutivos de uma entidade numérica, estabelecida de tal modo que um dos termos seja ao outro o que é o outro à soma dos dois.

Quando aplicada a uma superfície rectangular, a proporção áurea obtém-se quando o lado mais pequeno é ao maior o que o maior é à soma dos dois. O cálculo que melhor parece ter satisfeito uma proporção tipo ideal foi fixado no valor de 1.618, e assim, o rectângulo susceptível de proporcionar maior satisfação estética seria o que tivesse, em qualquer unidade de medida, a proporção correspondente a 1 de altura por 0,618 de largura.

Com base neste princípio, tal proporção tem sido aplicada em todas as formas de estética, e estendeu-se à pintura, à escultura, à música, e até à ética. Estabeleceu-se também que os actos vitais conducentes ao equilíbrio produtor da medida áurea, ou que dele nos afastam, são a melhor bitola para determinar o que é bem ou mal.

Os antigos templos e catedrais góticas foram edificadas de harmonia com a divina proporção, a qual os gregos representaram com o símbolo Φ (phi). Tanto Leonardo Da Vinci como o astrónomo e matemático Johannes Kepler (1571-1630) basearam muitos estudos no conhecimento desta proporção.

Após um período de esquecimento de dois séculos, voltou de novo a dar-se atenção à lei das proporções por volta de 1850, e foram empreendidos estudos para a verificar nos animais e no corpo humano.

Aplicada ao homem, esta proporção alcançaria o maior grau de perfeição quando tivesse 1,00 da planta dos pés ao umbigo, e 0,618 do umbigo à parte superior do crânio. A longitude da mão mede-se a si mesma com o antebraço, na mesma relação de 1 para 0,618. Enfim, a altura ideal do Ser humano verifica-se quando a estatura total multiplicada por 0,618 dá a medida entre a planta dos pés e o umbigo. Esta medida verificou-se no cânone dos escultores gregos.

Pelas medições efectuadas sobre milhares de corpos humanos, concluiu-se ser este o cânone ideal para expressar uma lei de estatura média para os corpos saudáveis. Foi demonstrada a existência de uma pequena diferença entre o corpo masculino e o feminino, pela verificação de que o primeiro, em termos médios, estava mais próximo da proporção áurea. Pretendeu-se explicar este fenómeno pela existência de menor desenvolvimento muscular na mulher, porque viveria uma vida mais sedentária, e isto era efectivamente verdade na época em que foram realizadas tais observações. Mas a prova de que não há razão para a existência de diferenças encontra-se nas esculturas gregas.

Quanto às crianças recém nascidas, observa-se que o umbigo corta em duas partes iguais a estatura. Normalmente, aos dois anos a criança tem metade da estatura máxima, que se atinge por volta dos vinte e um anos – que é quando se estabelece definitivamente a proporção áurea.
Caos e fractais

Caos

Caos e Ordem podem ser considerados como a interacção do Macrocosmos com o Microcosmos, em vez de coisas opostas.

Segundo uma das “leis do caos”, “nada é verdadeiro; tudo é permitido”. Por isso, a “ordem” resultante é basicamente aleatória, ainda que estruturalmente equilibrada.

Talvez a maior descoberta do século passado tenha ocorrido no Laboratório Nacional de Los Alamos, na América do Norte, quando Mitchell Feigenbaum descobriu, num dia de 1975, uma transição particular de ordem para o Caos, que corresponde a uma constante previsível num mundo de Caos. Esta constante ficou conhecida como “número de Feigenbaum“ ou “cascata de duplicação de período”.

O número de Feigenbaum foi verificado como uma constante universal e tem aplicação desde o gotejar de uma torneira até às modificações da população de uma comunidade, passando pelas oscilações dos sistemas que usam o hélio líquido.

E o mais espectacular de tudo isto, considerado da perspectiva do observador não especializado, foi a aplicação dada por Mandelbrot, no mesmo ano (1975) a esta constante matemática, originando, para além de um rico corpo doutrinário, as fantásticas imagens designadas por fractais, a que nos referiremos mais adiante.

O que Mandelbrot vem demonstrando e afirmando leva-nos por um caminho capaz de ultrapassar algumas concepções materialistas – da escola das ciências “exactas” –, uma vez que se refere a fenómenos aleatórios, isentos de ordem, lógica ou previsão.

O grande obstáculo da escola materialista foi querer entender o mundo e a vida a partir de aspectos fragmentados dos pensamentos cartesianos e euclidianos. Dizemos “fragmentados” porque enquanto Descartes atribuía tudo a “Deus” (que não será outra coisa do que um Princípio Abstracto ou Energia Organizada do Centro do Caos), e a este Princípio se referia com frequência, os materialistas basearam-se silogisticamente em aspectos menores da sua filosofia para chegarem ao paradoxo de negar a existência desse Princípio ou Energia Abstracta. Para eles, é como se toda a “creação” não fosse mais do que um estúpido fenómeno do acaso, surgido de nenhuma energia, nenhum princípio, nenhuma causa e nenhuma razão.

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Medicinas Alternativas / Helioterapia
« em: Agosto 17, 2009, 12:32:07 pm »
Conceitos de Arnold Rikli


 O Ar não é outra coisa do que o nosso meio natural”

(Arnold Rikli).

O Meio Natural do Homem é a Atmosfera

Até mesmo na actualidade, a verdade que nos serve de título - «O meio natural do homem é a atmosfera», proferida pelo médico suíço do séc. XIX Arnold Rikli – não é compreendida com o seu justo e real valor pela maioria das pessoas.
 

Ainda se “protegem” exageradamente as crianças do meio que lhes é próprio, mantendo-as em ambientes fechados, calafetando as frestas das portas e das janelas, e ainda assim acendendo aquecedores e carregando-lhes sobre a pele complicadas vestimentas. Chega a parecer uma estratégia de defesa, contra um inimigo cruel e implacável!

Sem dúvida que as nossas concepções da saúde e da Vida, são no mínimo, ridículas, comparadas com o que Rikli demonstrou saber destes assuntos, comprovando-o na prática, com o extraordinário êxito das curas que orientou.

Nesta matéria, como em tantas outras, coube à Naturopatia (designação geral para todas as ciências médicas tradicionais do ocidente) o mérito de desfazer preconceitos e dar a conhecer as vantagens que o organismo pode retirar do ar luminoso, quando a ele se expõe o corpo semi-descoberto (1). As práticas iniciais foram empíricas, mas as sucessivas experiências, observações, controlos e metodologias permitiram elevá-las a Ciência Médica.

Nota: (1) Tanto a Naturopatia como a escola filosófica que a apoia – a Escola Naturista – não concordam com a prática do nudismo, considerando-o inútil e desnecessário, visto não contribuir directamente para os objectivos que delineiam os seus postulados. Infelizmente, algumas associações nudistas apoderaram-se do termo “naturismo” e estão a usá-lo sem a menor lógica, chamando “naturismo” àquilo que deveriam designar por “nudismo”.
Alexis Carrel

Este Entusiasta do Naturismo Desconhecia a Influência dos Raios Solares?


 Quando Alexis Carrel (Prémio Nobel da Medicina) afirmou, na sua obra “O homem, Esse Desconhecido”, que “...não se sabe nada ou quase nada sobre a influência dos raios solares...”, não pudemos deixar de ficar entre a surpresa e a indignação: surpresos pelo seu desconhecimento de que nessa época e antes dela – desde há muitos séculos –, já se efectuavam com êxito tratamentos através da exposição aos raios solares; indignados, se admitirmos a possibilidade de que ele o sabia.
 

Como podia não saber?, se esses tratamentos nunca deixaram de ser aplicados? E logo ele, que era um médico muito pouco convencional (apesar do dogmatismo da sua escola alopática), mostrando em certas circunstâncias da sua vida que até o milagre era digno de atenção e investigação, chegando a deslocar-se a locais onde fenómenos inexplicáveis ocorriam e mesmo a observá-los!

Continuarão a permanecer um sombrio enigma as razões que o levaram a escrever tal afirmação, pois mesmo em termos de investigação científica, já por volta do ano 1750 haviam sido encetados trabalhos, por Spallanzani (1729–1799), sobre a acção bacteriológica do sol; em finais do século XVIII, Loreti chegou a resultados conclusivos do efeito do sol na tuberculose; Faure, em 1774, e Le Peyre e Comte, em 1776, publicaram trabalhos resultantes da investigação da “acção luminosa e térmica solar sobre as úlceras”; em 1793, na Alemanha, Christoph Wilhem Hufeland (1762–1836) – catedrático da Universidade de Berlim, director da Academia Militar de Medicina e Cirurgia e médico da câmara do rei da Prússia – dedicou, nas suas obras, a atenção que este assunto merece, tendo influenciado a Faculdade de Gottinga a oferecer um prémio, em 1796, ao melhor trabalho sobre “a acção da luz solar no organismo humano”; em 1800, o médico francês Bertrand escreveu uma obra intitulada “A influência da luz nos seres orgânicos, na atmosfera e nalguns corpos químicos”; e assim por diante, em 1815 Canvin, em 1818 Girard, em 1819 Doebereiner, em 1820 Lachaine, em 1828 Hauterive, em 1845 Bonnet, em 1852 Tenck, em 1855 Rikli, em 1877 Downes e Blut, em 1878 Thaeu e Barcty, todos apresentaram as suas teses, pontos de vista, tratamentos, e resultados de investigações sobre o efeito dos raios solares, acerca dos quais Carrel afirma que “...não se sabe nada ou quase nada...”. Pela nossa parte, este conhecimento é um dos que evidenciamos pelo elevado grau de certeza que apresenta.

INSMEB / Portugal

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Medicinas Alternativas / Geoterapia
« em: Agosto 17, 2009, 12:29:35 pm »
Geoterapia

Abordagem histórica

Podemos afirmar que a Geoterapia é conhecida desde sempre, e que o recurso às terras medicinais não é exclusivo do Ser humano.

Os conhecimentos acerca das propriedades das diversas terras com utilidade terapêutica foram obtidos pela observação da conduta de animais doentes ou feridos, que mergulham na lama curativa as zonas enfermas. Tivemos sempre à nossa disposição cinco agentes físicos naturais, de inestimáveis virtudes terapêuticas:

·   As Plantas Medicinais e Alimentares. Na farmacopeia antiga, muitos séculos antes da nefasta descoberta da síntese, os recursos vegetais eram meios terapêuticos de eleição, em cujos tratamentos se aplicavam, externa ou internamente, plantas secas e frescas, pós, extractos, óleos e tinturas (que ainda hoje se produzem e utilizam);

·   O Sol (ver Helioterapia). Os efeitos térmicos do Sol e o benefício das suas radiações vitais, dentre elas a ultravioleta – que actua na síntese da vitamina D no organismo – são factores imprescindíveis à vida animal e vegetal;

·   A água. Pela acção calmante, estimulante ou depurativa, que nos pode proporcionar nas adequadas condições (quente, fria e em vapor), a água constitui um valioso agente curativo;

·   O ar. Sem o ar não podem processar-se os fenómenos vitais inerentes à vida terrena. Constitui um recurso terapêutico para os órgãos da respiração, através das curas de montanha (onde é mais puro), em sanatórios, e também nas proximidades do mar;

·   A Terra. A utilização da argila, terra moderadamente radioactiva (0,3 a 0,5%) concentra energias de todos os outros elementos, com os quais estabelece, por múltiplas formas, um importante intercâmbio. Tal retenção de princípios, que poderemos classificar de "vitais", confere a esta substância uma poderosa acção na regeneração dos organismos vivos.
Porque razão os modernos terapeutas não utilizam este remédio nas suas prescrições?

Identificamos os agentes terapêuticos atrás citados – plantas, sol, água, ar e terra – com os 5 elementos cosmológicos em que se fundamenta a filosofia da medicina do extremo oriente, e que são: a madeira (plantas, mundo vegetal), o fogo (sol), a água, o metal (com o que designam o elemento ar) e a terra.

A análise química da argila revela a presença de inúmeros elementos, entre os quais se destacam: alumina (14,61%), azoto, cálcio (4,44%), ferro [sesquióxido (5,65%)], fósforo, magnésio (4,24%), potássio, silício (49,10%), sódio, titânio [anidrido titânico (0,74%)], alguns óxidos alcalinos e humidade. Esta análise química revela que a constituição da argila engloba os principais minerais de que o homem necessita (azoto, cálcio, ferro, fósforo, magnésio, potássio, silício), e na proporção mais conveniente.

A utilização da terra com fins medicinais não se limita à argila, podendo em certos casos fazer-se uso de terras de outra natureza, incluindo areia. Contudo, é justificadamente sobre a argila que recai a principal atenção, por se tratar um dos mais poderosos agentes de regeneração física, que capta e reúne os princípios vitais do Sol, do ar e da água.

A medicina convencional (a Alopatia), recorreu ao uso deste potencial meio de cura, e todos os naturopatas antigos o fizeram. Actualmente, tanto os profissionais desta medicina como os da medicina natural (Naturopatia) preferem receitar as especialidades dos respectivos laboratórios, ainda que diferentes em actuação e grau de segurança.
Geofagia: uma antiga prática

Entre os povos das zonas quentes da China, da Índia, do Egipto, e da América do Sul, era praticada a geofagia (literalmente: comer terra), com o fim de combater a prisão de ventre e prevenir enterites. Os antigos índios bolivianos faziam pequenas estatuetas em argila, invocadoras de figuras sagradas, que depois comiam de um modo ritual, com finalidade terapêutica. No México, Alto Orenoco, Cassiquare, Meta e Rio Negro, as populações amassavam a terra em bolinhos redondos ou espalmados e secavam-nos quando os queriam comer. Na Índia, Gandhi recomendava o seu emprego.

Através de relatos, em documentos anteriores à nossa era, soubemos que os antigos médicos egípcios ministravam a argila por via interna, quando pretendiam combater inflamações e úlceras, e de forma externa quando tratavam deformações artríticas (casos em que utilizavam as lamas quentes do Nilo). Na arte da mumificação dos corpos, os embalsamadores não dispensavam a argila, pelas suas propriedades anti-sépticas.

Entre os árabes, era comum enterrar os reumáticos em areia branca, e recorrer à argila húmida para tratar a malária.
A Geoterapia entre os povos antigos

Enquanto os chineses utilizavam as compressas de argila para curar inflamações, os assírios e babilónios tratavam as várias afecções com lama preta. Na Índia antiga, chegou a haver instalações próprias para os banhos curativos de lama argilosa. Entre os Citas, nas margens do Mar Negro, o emprego terapêutico da lama era muito difundido.

Lyall Watson conta o seguinte:

"Certas argilas de Sumatra servem de remédio contra as diarreias graves, enquanto que outras, em Java, servem de purgativos. Nas Filipinas, a terra das termiteiras é um remédio infalível para todas as infecções intestinais, mas no Sudão julgam-na mais eficaz contra a sífilis. As mulheres grávidas, um pouco por todo o lado, sentem o desejo de se deitar na terra, e fazem-no também para alivio das suas náuseas e como auxílio para dar à luz uma criança forte ".

Na Suíça e na Alemanha, foi onde os médicos durante mais tempo recorreram à argila. Em Davos - importante centro suíço de tisiologia – utilizou-se a Geoterapia como recurso terapêutico privilegiado. O tórax era totalmente revestido com uma massa de argila bem quente, e deixava-se o emplastro permanecer toda a noite no local. Com este tratamento conseguiam-se, muitas vezes, curas miraculosas.

INSMEB - Instituto de Medicina Biológica


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Medicinas Alternativas / Instituto Medicina Biológica
« em: Agosto 13, 2009, 20:09:41 pm »
Dia 15 de Setembro vai abrir uma nova Escola de Medicinas Alternativas em Portugal!:

Na 2ª quinzena de Setembro o INSMEB vai dar início ao Curso de Naturopatia e Biocultura, com a duração de 18 meses. A este Curso seguir-se-ão especializações opcionais nas principais áreas (acupunctura, homeopatia e naturopatia).

O Curso funcionará por módulos completos, só se iniciando uma disciplina após a conclusão e a certificação da anterior. Esta modalidade de estudos permite que a matrícula esteja aberta todo o ano, podendo o aluno iniciar os estudos a partir do módulo que vai ter início (e completar o Curso no ciclo curricular seguinte).

Do mesmo modo, os alunos poderão optar por estudar apenas o(s) módulo(s) que lhe(s) interessa(m), caso não tenham a aspiração de obter o Diploma final do Curso Geral de Naturopatia e Biocultura (dando este o direito ao reconhecimento de grau superior profissional por uma Universidade estrangeira).

Os alunos que estudam módulos isolados (e também os que seguem o curso curricular geral) receberão um Certificado no fim de cada módulo estudado com aproveitamento.

Os estudos decorrerão em regime pós-laboral, das 18 às 20, três noites por semana.




Um Abraço para todos!

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