Nuno,
As nossas discussões acerca deste assunto não vão parar enquanto não vires a incongruência daquilo que defendes. Gosto particularmente do texto sobre a união dos profissionais, onde questionas que, se estivemos unidos contra o acto médico, porque é que não estamos unidos agora? Remetes as tuas conclusões para interesses pessoais. Concordo contigo, são interesses pessoais, na medida em que se trata de interesses de algumas (muitas) pessoas, e dos seus direitos. Como é que podes criticar a falta de união na classe dos acupunctores quando defendes uma regulamentação que divide os acupunctores em 2 - os que tiraram o curso na escola A, e os outros? Não me canso de dizer, no vazio somos todos iguais, como tu próprio dizes, neste momento não há cursos reconhecidos, logo, se no momento em que concluímos os nossos cursos (eu há apenas 1 ano), os nossos cursos eram legalmente iguais, nenhuma lei posterior pode vir dizer que, afinal, tu passas a ser verdadeiramente licenciado automaticamente, e a mim dão-me a possibilidade de apresentar um portfolio, fazer um exame ou complementar a minha formação.
A regulamentação só pode contemplar 3 tipos diferentes de acupunctores: os que já concluíram a sua formação à data da entrada em vigor da regulamentação, os que se encontram a estudar e os que vão iniciar os estudos após regulamentação.
Em relação ao 1º grupo, no qual ambos estamos incluídos, se querem ser justos, façam um exame nacional para todos, e não apenas para quem não fez o curso na escola A.
JV,
Salteados gosto muito dos cogumelos. Quando tiveres "vagar" para "perder" o teu tempo e a tua preciosa atenção para leres a proposta na íntegra, então terei todo o gosto em saber as tuas opiniões. Acho particularmente interessante que te tenhas preocupado com os honorários. Permite-me sugerir uma consulta ao site da Ordem dos Advogados, dos Médicos, etc, e verás que existe sempre uma tabela com preços máximos e mínimos que deverão ser praticados pelos profissionais.
Boa leitura e até breve.
Abraço,
Rita