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Nuno penso que a minha ideia é um pouco diferente de ambas, exame ou o que está em vista. Os profissionais seriam simplesmente reconhecidos baseados apenas no facto de terem uma formação mais ou menos completa do que o exigido e de terem um certo número de anos de prática. Essas pessoas depois, já acupunctores reconhecidos, seriam responsáveis pela formação de uma ordem dos acupunctores e pela elaboração de um exame para os outros.
Boas pessoal. Infelizmente, André, parece que não sabes o que andas a escrever. Tu escreveste:"Ninguém pediu para aceitar toda a gente e dar a tal carte blanche que mencionei acima e a regulamentação acabaria aí."No entanto o que vem escrito na Carta à Ministra da Saúde é isto:"Queremos que o representante da Acupunctura, nesta Comissão, seja eleito por votação secreta e directa (cada acupunctor deve votar e ter direito a candidatar-se ao cargo). Assim, democraticamente, exige-se que sejam feitas eleições onde possam participar todas as Associações e, logicamente, seus respectivos associados, ou mesmo qualquer profissional que não seja federado." Ainda é afirmado: "Assim, consideramos ser obrigação do Estado Português, neste momento, reconhecer estes profissionais que já exercem."Parece-te a mesma coisa?
1 - JV tens razão quando dizes que uma das citações surge num contexto especifico. No entanto eu não usei somente uma citação. Eu usei duas para mostrar a opinião da carta relativamente a exames. E na segunda citação é dito: "Reconhecimento que não passe por exames." Como tal não creio estar a manipular nada. Eu não fui desonesto (respondendo também ao André) quando usei estas duas citações. Agora se vocês só querem usar uma das citações, correctamente particularizando o contexto dela, e esquecer outras citações ou o contexto mais abrangente em que elas se encontram é com vocês. mas nunca fui desonesto ao associar essas duas citações. E André, também no passado te respondi relativamente a essas acusações.