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Autor Tópico: Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa- Lisboa  (Lida 3715 vezes)

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Offline Nuno Lemos

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Re: Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa- Lisboa
« Responder #15 em: Setembro 23, 2010, 11:21:52 »
O nuno isola muita coisa. Só te queria deixar bem a entender que quando escreves
"E se o verdadeiro estágio começa no 4º ano, cai por terra o argumento comparativo tão utilizado pelo(s) paladino(s) do discurso falacioso, já que no curso da APA-DA já é possível fazer um estágio proveitoso a partir do 3º ano."
Estás errado. O verdadeiro estágio não começa no 4º ano. Começa no 3º ano. Mas antes do aluno começar a fazer diagnóstico por si mesmo fica 1 ano a observar e a praticar a inserção de agulhas, etc... A tua ideia do verdadeiro estágio é completamente errada. Na realidade o estágio até começa a partir do 2º ano com a massagem - sendo mais ou menso proveitoso para uns que para outros.

Mas presumo que estejas mortinho para falar da comparação de estágios:
1 - não são todos os alunos que aproveitam tanto do estágio quanto tu queres fazer crer
2 - está amplamente documentado, pelos alunos da instituição, que o estágio se baseava inicialmente na análise de 1 doente real por ano (é verdade que há alunos que vem mais que isso, mas isto não inviabiliza o que se disse atrás e que foi sustentado em afirmações de mais de um aluno da instituição).

E eu depois sou desonesto? Ganha vergonha na cara. Obviamente que todo o resto do teu comentário é palha e terá o devido respeito enquanto tal (é sempre bom ver uma pessoa de tão alto gabarito basear o seu comentário em ataques pessoais mesquinhos que só servem para desconversar e evitar lidar com factos mais desagradáveis).

muitas agulhas ;D

Offline Luis S

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Re: Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa- Lisboa
« Responder #16 em: Setembro 23, 2010, 17:18:42 »
Disse que não há diversidade na ESMTC. Espero bem que haja, pelo bem dos alunos, pois não és tu que transmites qualquer coisa que tenha a ver com os princípios da MTC. A ver pelo que escreveste no teu blog, é melhor que exista alguém naquela escola que pense de outra forma. A forma como tu seleccionas o que te interessa e excluis tudo o resto diz muito a respeito da forma como vês a MTC.   

“então mas o diagnóstico é pelo vietnamita ou pelo Auteroche? Mas como dizem aproximadamente o mesmo ficamos pelo mesmo é isso?”

Não vás por aí, é um beco sem saída. Todos os autores que fizeste referência mais o Auteroche e o vietnamita seguem a mesma orientação: a chinesa moderna cujo os princípios de diagnóstico vem da extrema diferenciação feita nas obras de farmacopeia chinesa. Se nem sabes da existência do manual que ESTÁ NA ORIGEM de tudo o que aprendeste na ESMTC, então não fales do que não sabes. Tenho-o em casa juntamente com todas as sebentas e apontamentos das aulas de diagnóstico e acupunctura na ESMTC e parecem fotocópias. Se acrescentaste algumas coisa depois, tudo bem. Não é isso que interessa. Não percebeste minimamente o que eu quis dizer com “diversidade intelectual”. Tem a ver com o binómio forma / conteúdo, tão caro aos epistemólogos. Podes ser muito criativo nas tuas ideias mas elas jogam um papel FORMAL visto que são adquiridas após o CONHECIMENTO DE BASE que as sustenta. Vocês podem ser muito diferentes mas tiveram todos formação no mesmo sítio. Podem desenvolver grandes teorias mas o núcleo permanece inalterável. Quantos docentes na ESMTC não foram formados nessa escola? Quando andei aí só havia 1. E era uma pessoa quase ignorada na escola. Que grande riqueza intelectual! É óbvio que a maior parte de vocês se sintam grandes campeões, mas campeões sem terem enfrentado qualquer adversário, pois não há ninguém que vos confronte nessa escola.

“Havias de assitir a alguimas reuniões de professores para mudares de ideias.”

As vossas reuniões devem ser fabulosas. Discutem o quê? O que está escrito nas vossas sebentas?

Diversidade intelectual é ter dentro de uma escola professores com linhas de orientação diferentes, como acontece em muitas universidades mundiais. O meu irmão tirou um curso de MTC numa escola francesa e disse-me que lá existiam professores completamente diferentes na maneira de encarar a MTC. Haviam discussões acesas entre eles, discussões de ideias (não de tretas como acontece em Portugal, aliás neste país não há riqueza intelectual, está tudo adormecido). E sabes que mais? Os alunos adoravam porque podiam aprender pessoalmente com pessoas tão diferentes dentro de um mesmo mundo. Cada um podia depois desenvolver a sua própria maneira de abordar a MTC, que é um universo. A ESMTC, devido ao seu acordo com uma universidade chinesa, é forçada a ser uniforme na sua estrutura metodológica para agradar à fábrica chinesa.

Mas a realidade da MTC na China não é a mesma que em Portugal. Tem de haver alguma diferenciação. Vi no site da escola que o Stephen Birch deu palestras na ESMTC. Aí está algo intelectualmente diferente, alguém que tem algo mais para dar do que tudo o que vem escrito nas obras de orientação chinesa.

"existem outras formas de diagnóstico, de selecção de pontos, de técnicas de punctura, etc."
Quais as outras formas de diagnóstico?
Quais as outras formas de selecção de pontos?”

Para quem afirma que tem mais experiência e conhecimento que eu, devias pensar antes de escreveres semelhantes barbaridades. Quantas escolas de MTC existem no mundo? Milhares. Acreditas que todas seguem o mesmo programa ou estás mesmo convencido que só existe uma maneira de aprender MTC? Falas com muitas certezas, esse é o teu problema. E a maneira como as defendes, desprezando e atacando o que dizem pessoas com opiniões diferentes das tuas, é pura arrogância. Olha para as respostas que dás a essas pessoas no teu blog. Estás habituado a que ninguém conteste o que dizes. Quando isso acontece não sabes melhor do que tentar convencê-los, e, se isso não resultar, passas ao ataque. Mas ao ataque ao argumentador e não aos argumentos, que são coisa bem diferentes.
« Última modificação: Setembro 23, 2010, 17:22:15 por Luis S »

Offline Nuno Lemos

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Re: Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa- Lisboa
« Responder #17 em: Setembro 23, 2010, 17:59:07 »
"Se nem sabes da existência do manual que ESTÁ NA ORIGEM de tudo o que aprendeste na ESMTC, então não fales do que não sabes. Tenho-o em casa juntamente com todas as sebentas e apontamentos das aulas de diagnóstico e acupunctura na ESMTC e parecem fotocópias. Se acrescentaste algumas coisa depois, tudo bem."
Fico muito feliz por saber que a Sebenta de acupunctura que eu fiz é uma fotocópia do trabalho de outra pessoa. Já agora a acupunctura tem 2 sebentas e é altura de deixares de dizer disparates sobre o que é o meu trabalho, que obviamente desconheces. E antes de deixares acusações mesquinhas camufladas em verborreia tenta sustentá-las.

"Diversidade intelectual é ter dentro de uma escola professores com linhas de orientação diferentes,"
realmente não conheces os professores da ESMTC.
"existiam professores completamente diferentes na maneira de encarar a MTC"
afinal até conheces.
E sim a MTC tem de ter um curriculo minimamente sistematizado. É uma coisa que devias apredner na MTC: ela é essencialmente sistematizada. É algo de bastante orgulho para os chineses.

Perguntei quais eram as formas tão diferentes de fazer diagnóstico ou selecção de pontos não +pedi mais vernborreia. Ou sabes quais são e vens discuti-las ou então não faças perder tempo com as tuas mesquinhices... o resto do teu cvomentário resume-se em blá, blá, blá...

PS: creio que a autora deste tópico já não vem para Portugal... hehehehe (já sei a culpa é da arrogância)

Offline Andre

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Re: Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa- Lisboa
« Responder #18 em: Setembro 23, 2010, 21:22:20 »
Obviamente que todo o resto do teu comentário é palha e terá o devido respeito enquanto tal (é sempre bom ver uma pessoa de tão alto gabarito basear o seu comentário em ataques pessoais mesquinhos que só servem para desconversar e evitar lidar com factos mais desagradáveis).
Obviamente que é palha. Pões-te primeiro num pedestal, depois quanto se pode pôr em causa o pressuposto que te permite dizer as parvoíces que dizes com quase total impunidade, fica tudo como palha que não merece resposta.

Ao contrário de ti nunca disse nada sobre o meu gabarito nem critico ou insulto pessoas sem antes saber algo sobre os seus conhecimentos. Uma vantagem não-planeada disso é que depois não me podem acusar de dizer coisas sobre MTC dignas de um ignorante quando me projecto como uma autêntica autoridade - como tu fazes quando dizes que certos profissionais e professores de outra escola pouco sabem e depois escreves coisas como "Quando eu leio um protocolo de acupuntura com, por exemplo, 24 pontos sei à partida que a pessoa que o criou pouco sabe de acupunctura."
Talvez seja apenas sintomático do que o Luis S tem vindo a descrever, mas a sê-lo já é patológico e crónico.

Offline Nuno Lemos

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Re: Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa- Lisboa
« Responder #19 em: Setembro 23, 2010, 22:07:04 »
O parágrafo completo
"Quando eu leio um protocolo de acupuntura com, por exemplo, 24 pontos sei à partida que a pessoa que o criou pouco sabe de acupunctura. Nem precisa. Basta memorizar a posição de 24 pontos dos mais usados e aplicá-los indiscriminadamente. Esses pontos estão distribuídos pelo corpo todo e tem enúmeras aplicações clínicas. O acupunctor vai ter sempre algum sucesso. Um acupunctor mostra que sabe acupunctura não quando cria um protocolo eficaz mas sim quando cria um protocolo eficaz e com informação objectiva para ser analisada por outro qualquer acupunctor."

E já agora o link para os artigos (a citação vem no segundo artigo):
http://acupuntura.blogas-pt.com/eficacia-versus-beleza-parte-i/
http://acupuntura.blogas-pt.com/eficacia-versus-beleza-parte-2/

Quando quiseres comentar as citações nos meus textos fá-lo baseado nos argumenbtos que uso para as sustentar. É nesta altura que seria bom da tua parte falar um pouco de combinação de pontos e de como protocolos de 24 pontos se enquadram na combinação de pontos (é a base para se construir um protocolo como presumo que já saibas).

Ou caso contrário podes simplesmente continuara a mandar palha com citações esparsas. Também está escrito no artigo:

"Este é um ponto extremamente importante e que passa despercebido a muitos acupunctores. Um protocolo de acupuntura não tem somente de ser eficaz. Ele tem de passar informação fidedigna acerca dos sintomas do paciente.

Aumentando em demasia o número de pontos de um protocolo acontecem 2 coisas: aumenta-se a probabilidade de ser eficaz não percebendo nada do assunto e o protocolo perde capacidade de passar a informação que deveria passar."
Agora podes mostrar como esta afirmação é falsa. Já agora nega todo o artigo (está dividido em dois e ainda não terminou).

Sobre profissionais de outras escolas já escrevi publicamente:
"Não tenho a mínima dúvida que muitos profissionais credenciados por cursos de fins de semana se tornarão excelentes nesta arte de tratar. Tenho amigos que tiraram o curso na APA-DA e estão a exercer com sucesso. Já tratei doentes que anteriormente tinham sido tratados por acupunctores licenciados pela APA-DA e nada de mal tinham a dizer. Pelo contrário. "
Podes ler nos eguinte artigo:
http://acupuntura.blogas-pt.com/comparar-cursos-e-escolher-escolas-parte-vi/

Mas é evidente quando vejo coisas que nada tem a ver com MTC e que não tem lógica obviamente que nesse caso dou a minha opinião.

PS: também nunca disse que era o melhor do mundo. Simplesmente escrevo as minhas opiniões e tento sustentá-las em argumentos lógicos e factos. É tão simples quanto isso.
PS2: não espero realmente que entres numa discussão técnica sobre combinação de pontos ou que respondas às questões. Ternho a certeza que ainda tens aí alguma palha guardada.

abraços e muitas agulhas

Offline Luis S

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Re: Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa- Lisboa
« Responder #20 em: Setembro 23, 2010, 22:43:49 »
"Perguntei quais eram as formas tão diferentes de fazer diagnóstico ou selecção de pontos não +pedi mais vernborreia. Ou sabes quais são e vens discuti-las ou então não faças perder tempo com as tuas mesquinhices... o resto do teu cvomentário resume-se em blá, blá, blá..."


Palavras para quê...? Dou-te algumas obras de referência que apresentam outros métodos de diagnóstico e tratamento. Faz o que entenderes. És o “especialista” no assunto, não é verdade? Falar contigo pela net é uma perda de tempo, desculpa que te diga… A não ser que abanemos a cabeça em aprovação das tuas “verborreias” (não é o termo que usas), de alguém que a meu ver está a prostituir a MTC em nome da ciência. Mas quem sou eu para poder afirmar isto, que só pratico MTC há 10 anos?

- Traditional Chinese Medicine. Jack Worsley.
- Five Element Constitutional Acupuncture. Angela Hicks.
- Five Elements and Tem Stems. Kiiko Matsumoto.
- Research Book of Acupuncture and Moxibustion. Medicine and the Classics. M. Maruyama.
- La Tradition Et La Médecine Chinoise. Daniel Laurent.
- Médecine chinoise, médecine totale. Jacques Lavier. (até o José Faro gosta deste livro)
- Traité didactique d'Acupuncture Traditionnelle. André Faubert.
- Terrains et Pathologie en Acupuncture. Yves Requena

« Última modificação: Setembro 23, 2010, 22:48:15 por Luis S »

Offline Andre

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Re: Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa- Lisboa
« Responder #21 em: Setembro 24, 2010, 17:38:53 »
Quando quiseres comentar as citações nos meus textos fá-lo baseado nos argumenbtos que uso para as sustentar. É nesta altura que seria bom da tua parte falar um pouco de combinação de pontos e de como protocolos de 24 pontos se enquadram na combinação de pontos (é a base para se construir um protocolo como presumo que já saibas).

A afirmação de que "Quando eu leio um protocolo de acupuntura com, por exemplo, 24 pontos sei à partida que a pessoa que o criou pouco sabe de acupunctura." é de tal forma errada, tal como todo o raciocínio que se lhe serve de base*, que não há discussão possível. É inútil discutir isto porque TODOS os argumentos que servem de base à prescrição de pontos podem ser utilizados e não me ocorre nenhum a favor do teu raciocínio além dessa invenção da passagem de informação, como se o sistema da MTC tivesse um bichinho algures no interface agulha-ponto que analise, quantifique a compreensão e só depois deixe as agulhas fazer efeito. É uma patetice que te serve de pressuposto para mais uma torrente de monólogos para encher o blog e pareceres uma autoridade no assunto.

*A prescrição de pontos e respectivo tratamento só têm um objectivo: tratar com sucesso. O raciocínio correcto é partir de um conjunto de sintomas, chegar a um diagnóstico e prescrever um tratamento. Nas tuas aulas lá sabes o que ensinas e o que pedes aos teus alunos (tipo essa inversão do ónus do protocolo em que dás um conjunto de pontos no qual é suposto ler-se um padrão clínico ou seja lá o que for), mas isso não bitola para coisa nenhuma excepto para o que tu quiseres.

mestres que não passam dos 6 pontos, há mestres que não prescrevem menos de vinte ou trinta e quase parecem fazer desenhos com a quantidade de agulhas que usam. Este é só mais um exemplo de que, ao contrário do que pensas, o que dizes não faz lei.



Quanto ao assunto "escolas", já disse que não dou mais para esse peditório. Já disse o que tinha a dizer inúmeras vezes, já te desafiei a dar o corpo ao manifesto e confrontar as pessoas que por aqui dizes tão facilmente serem ignorantes e incompetentes e o assunto já cheira mal. Fala antes da regulamentação e das promessas que ficaram por cumprir que sempre é mais divertido.

Offline Nuno Lemos

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Re: Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa- Lisboa
« Responder #22 em: Outubro 05, 2010, 16:46:25 »
Boas pessoal
Houve partes dos últimos comentários que me incentivaram a escrever uma nova bateria de artigos para explicar melhor como funciona a acupunctura tradicional chinesa. Amanhâ será publicado o último artigo. Para já deixo-vos os 6 primeiros (o artigo ficou um pouco extenso pelo que tive de o dividir em 7 partes)

http://acupuntura.blogas-pt.com/direccao-e-informacao-como-analisar-um-protocolo-de-acupunctura-1/
http://acupuntura.blogas-pt.com/direccao-e-informacao-como-analisar-um-protocolo-de-acupunctura-2/
http://acupuntura.blogas-pt.com/direccao-e-informacao-como-analisar-um-protocolo-de-acupunctura-3/
http://acupuntura.blogas-pt.com/direccao-e-informacao-como-analisar-um-protocolo-de-acupunctura-4/
http://acupuntura.blogas-pt.com/direccao-e-informacao-como-analisar-um-protocolo-de-acupunctura-5/
http://acupuntura.blogas-pt.com/direccao-e-informacao-como-analisar-um-protocolo-de-acupunctura-6/

Há meia noite e cinco minutos será publicado o último artigo desta série e depois cá virei colocar o respectivo link.

Muitas agulhas

 

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