Sim, por norma ronda isso. Ficar mais tempo depende de vários factores, um deles é a reacção da pessoa. Por exemplo, um doente que chegue muito queixoso/alterado/nervoso/ansioso, se ao fim de 20 minutos com as agulhas estiver quase a adormecer e se eu o puder deixar mais um bocado a descansar, é o que faço. O mesmo principio aplico se for um doente que chegue com muitas dores e que vai melhorando progressivamente no tratamento, mesmo depois dos 30m.
No final de contas acho que é uma questão de sensibilidade e bom senso, já para não dizer "lógica" - algo que parece faltar a muitos profissionais (ou candidatos a).
- Depende da intenção. Se quiseres efectuar uma forte estimulação, sim.
- Picando bem o ponto, inserindo bem a agulha e aplicando a estimulação certa no momento certo.
- É importante saber quando parar, por isso talvez 50-50.
- Varia de pessoa para pessoa, mas quando a pessoa sente dificilmente confunde com outra coisa. Explicação e comunicação com o doente são essenciais para identificar.
Sensibilidade e bom senso resume bem... o problema é que isso não se ensina
